
Para entender o golpe em Honduras - Elaine Tavares*
De repente, um pequeno país da América Central, cuja capital poucos conseguem pronunciar o nome, Tegucigalpa, virou notícia mundial. Uma velha e conhecida história ali se repetia, quando mais ninguém acreditava que isso pudesse ser possível. Um golpe de estado contra um presidente que não é nenhum revolucionário de esquerda, pelo contrário, é um bem comportado político do partido liberal. O motivo do golpe é pueril: a decisão do presidente de fazer uma consulta popular sobre a possibilidade de uma Constituinte. Em Honduras, ser mais anacrônico nestes tempos de participação
A cultura dos que dominam pelo asco e as gerações abandonadas
“O mundo comum acaba quando é visto somente sob um aspecto e só lhe permite uma perspectiva.” (Hanna Arendt) Lau Siqueira A convivência com os movimentos da vida nos vai capacitando para pensar o mundo que nos cerca e o que nele pulsa. Seus dinamismos e perplexidades a partir de uma industrialização não apenas da cultura, mas também do pensamento e, principalmente, dos comportamentos da sociedade e suas representações.
Aplausos censurados, o desespero da mídia
Os governos militares censuravam a imprensa para impedir a denúncia de torturas, de escândalos administrativos e quaisquer notícias que evidenciassem as crises e a divisão interna do regime. A censura política das informações, institucionalizada pela Lei de Imprensa e pela Lei de Segurança Nacional, foi um dos pilares de sustentação da noite dos generais. Esse era o preço imposto pela ditadura.
Gaudêncio Torquato fala de possível vitória de Dilma com o apoio de Lula
Repercute muito nos meios políticos do País, o artigo de autoria do renomado consultor e professor da USP, Gaudêncio Torquato, neste domingo, no Jornal “O Estado de São Paulo”, no qual ele aponta as condições que fizeram do presidente Luiz Inácio Lula da Silva o principal protagonista capaz de promover a vitória da Ministra Dilma Roussef na presidência da Republica em 2010.
“Os dez laços de Lula” é o titulo do artigo no qual ele menciona a determinação do presidente de fazer da ministra da Casa Civil como sua sucessora. “Sua meta, sobejamente anunciada em palanque, é fazer a ministra Dilma Rousseff dar continuidade ao seu governo”.
A arte nacional pertence ao povo - Zé Abreu a Zé Dirceu
A arte nacional pertence ao povo
A conclusão é do ator José de Abreu, com a bagagem de quem possui mais de 40 anos dedicados à dramaturgia brasileira. Nascido em Santa Rita do Passa Quatro (SP), foi na capital paulista que o estudante de Direito da PUC-SP estreou nos palcos com Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, em 1967.