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O COMENTÁRIO DA SEMANA - Ao Dia o Seu Próprio Mal

07/06/2007

Clemildo Brunet*

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O mal está em toda parte. A Bíblia afirma que o mundo jaz no maligno. É um tipo de sistema que domina as pessoas tão relativo nos nossos dias, que chega-se a compreensão de que, o que é mal para uns, é bom para os outros.

A violência, por exemplo, é um mal, mas ela não é somente um mal de nossos dias. Quando Deus determinou a destruição da terra com o dilúvio, diz a Bíblia que “A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência”. Gen. 6:11. Hoje a violência tem aumentado assustadamente em razão do crescimento populacional e a busca desenfreada do homem de procurar para ser o melhor sem saber onde encontrar o que ele deseja. Daí nasce a ansiedade e com ela a preocupação. Hoje como ontem, reservadas as proporções, a violência campeia todos os lados. Ela está no lar entre as famílias, nos lugares de trabalho, nas Autarquias, nos seguimentos governamentais e não governamentais, e até em pessoas que não têm respeito nem consideração para com o seu próximo, esquecendo-se de que fomos feitos a imagem e semelhança de Deus.

O Patriarca Jó, grande personagem bíblico que é destacado pela paciência que teve mediante ao sofrimento que abateu sobre ele, seus filhos e tudo quanto  possuía, expressou com sentimento, não somente o que ele estava vivendo nos seus dias, mas como se estivesse transferindo para os dias atuais e que podemos contemplar pessoas clamando: “Eis que clamo: Violência: mas não sou ouvido; grito: Socorro! porém não há Justiça”. Jó: 19:7. E A Violência no trânsito? Já existe estatística que aqui no Brasil morre-se mais gente vítima da violência do trânsito em detrimento do que acontece com as doenças de sintomas terminais.

As colisões registradas em veículos motorizados tem se dado constantemente o número aumenta cada vez, principalmente em ciclomotores e motonetas. Esse tipo de veículo em duas rodas expõe o piloto ao risco de perder a vida com mais facilidade do que os motoristas que trafegam em veículos de 4 rodas.

Eu mesmo aqui em Pombal tenho enfrentado com o meu carro, situações de mirabolantes e exóticas, as mais estranhas possíveis, onde alguns pilotos montador em um  transporte de duas rodas, fazem acrobacias, malabarismos e outros similares de espetáculos circenses, a ponto de nos deixarem estupefatos e perguntarmos se tais indivíduos realmente não têm medo de perderam a vida, ou se têm não parecem.

A violência no trânsito tem sido motivo de preocupação para aqueles que têm a vida de si mesmo, dos seus familiares e de pessoas que trafegam em veículos de 4 ou 2 rodas. Diz o ditado que quem tem pressa vai devagar. Mas quando a pressa é mesmo grande, todo mundo quer correr além da conta.

Alguns motoristas ou pilotos de ciclomotores e motonetas acreditam que a velocidade mais alta podem se livrar com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. E que trafegar devagar demais é mais perigoso do que andar depressa. Mas a coisa não é bem assim. Reduzir a velocidade é  procedimento a se tomar na tentativa de evitar acidentes.

 

Ao dia o seu próprio mal são palavras de Cristo, sobre o cuidado da vida no nosso dia a dia. Martym Lloyd Jones no seu livro Estudos no Sermão do Monte cita uma observação muito importante: “Se alguém quiser passar pela vida sem ficar mutilado, sem sobrecarregar-se, e, talvez sem perder a saúde e o controle dos nervos, então essas normas são cardeais. Não transportem consigo nem o ontem nem o amanhã, viva para o dia de hoje e para as doze horas que existem nele.

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*Clemildo Brunet  - Radialista       Em 04/06/2007

 


Comentários

Sou sua ouvinte há muito tempo. Fico feliz em vê-lo aqui na internet se destacando com um artigo tão bem feito. Um abraço e boa sorte.

Grande comunicador, admiro muito sua habilidade profissional. Um homem com talento e inteligencia. Sempre que vou a Pombal lhe escuto. Sou assim como o Eliezer, fã de rádio. Um grande abraço, amigo.

Excelente artigo Sr. Clemildo. As autoridades deveriam reavaliar as punições para motoristas quando da ocorrencia de acidentes, pois, hoje em dia os pedestres, ciclistas e motoqueiros vivem procurando serem atropelados.